As histórias que deveriam poder ser vistas e ouvidas por todas as crianças do nosso País

Só a ideia de que ainda existem crianças no nosso país – sim, aqui mesmo, neste pedaço de terra em que vivemos – que ainda passam fome, têm frio e sofrem com muita falta de amor, afeto e carinho é algo que nos devia, a todos, mobilizar para que uma parte da nós contribuísse para acabar com essa triste e próxima realidade.
Na nossa sociedade, dar amor (seja em que formato for) ainda é um ato envergonhado, suscetível de gozo, chacota, troça. Amar ainda é considerado, por muitos, um ato de fraqueza. 
Que todos coloquemos um bocadinho do nosso talento ao serviço de um mundo mais bonito e feliz, tal como Francisca Pavão.
Tem 33 anos, formação em Artes do Espectáculo. Formada em Estudos Artísticos, pela Faculdade de Letras de Lisboa e Prática Teatral, pela Faculdade de Teatro e Cinema, decidiu criar a Histórias que Nascem, um projeto artístico que tem como fonte de inspiração palavras, memórias, histórias e livros.
A encenação privilegia o teatro e a dança como meios de expressão, comunicação e libertação. A atriz explora vários objetos, sons, ritmos e movimentos, de maneira a captar a atenção do público convidando-o a ter um papel ativo, uma voz presente que transforma e enriquece a performance, estimulando assim a sua criatividade, expressividade e sensibilidade artística.
A abordagem vai sempre ao encontro da respetiva faixa etária e há uma constante preocupação na escolha de temas pedagógicos, criativos e de caráter humano, de forma a aliar o lado lúdico com o didático.
O mundo precisa tanto de pessoas lindas como a Francisca e, por isso, o “Passei e Gostei!” adorou o seu projeto. Fica também a sugestão de o alargar ao mundo dos adultos.
Histórias que Nascem é possível de implementar em escolas e em eventos particulares.
https://www.facebook.com/historiasquenascem/

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