Porque é urgente falar de amor: Em casa e nas escolas

Não tenho dúvidas que só apostando fortemente na educação se consegue uma sociedade equilibrada e feliz. Uma educação onde – quer em casa, quer na escola – há espaço para os sentimentos: o que são, como devem ser vividos de forma saudável e como geri-los.

Falar de AMOR nas escolas deveria ser, na minha opinião, uma prioridade. Amor em todas as suas vertentes – entre pais e filhos, entre colegas, entre namorados, entre marido e mulher, entre amigos, entre família – porque amar é um assunto muito sério e, muitas vezes, falado de forma leve, imprudente, despreparada e pouco profissional.

Foi, por isso, com grande satisfação que fiquei a conhecer o livro da Educadora de Infância, Filipa Cruz, Mãe Estranha, Mãe Aranha.
Ao ler apenas uma das páginas não hesitei em comprá-lo. Que mensagens tão importantes.

Nós,  pais, mães, educadores, professores, tios, primos, avós, somos engolidos pelas responsabilidades e a azáfama do dia a dia e tendemos a esquecer a importância de parar por uns minutos para falar de amor, o que é amar, o que é ser amado.

Há sete anos que faço questão de ler, todos os dias, um livro ao meu filho antes de adormecer. Nem mesmo em períodos em que vivi grandes dificuldades económicas deixei de o fazer. Recorri às maravilhosas bibliotecas que o nosso país tem, onde é possível levar para casa, não um mas vários livros, que podem ser devolvidos vários dias mais tarde.
Muitas vezes, vendo os livros que já lemos para podermos comprar novos. Há muitas lojas que compram livros em troca de dinheiro ou outros livros. A verdade é que há muitas formas que termos sempre um bom livro para ler aos nossos filhos.

Já li muitos livros infantis, de autores portugueses e estrangeiros, que abordam os mais diversos temas. E é por isso, que fiquei tão feliz com a obra de Filipa Cruz.

Um livro que acrescenta, que ensina, que torna importante o que realmente é importante, o amor.
Mãe Estranha, Mãe Aranha, na minha opinião, não é um livro infantil. É um livro para todas as idades. Um projeto que espero que inspire muitas outras pessoas para tornar o amor uma prioridade na nossa sociedade. 

“Passei e… Amei!”

 

 

2 comentários

  1. Totalmente de acordo!

    Quando estiver em Portugal vou espreitar esse livro. É uma preocupação minha, ler-lhe em português, pois sei que será um maior desafio estando aqui. Livros… sempre!

    cumprimentos

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