Paixão, borboletas no estômago e essas coisas

Já tive muitas paixões. Aliás, essa é uma das características que me define. Adoro estar apaixonada.
Continuo apaixonada pela vida, pelas pessoas mas… aquela coisa de sentir borboletas no estômago e de parecer que estou a flutuar em terra e o coração bater descompassado e assim… a última vez que isso aconteceu foi há oito anos, quando conheci o pai do meu filho.
Depois aquela paixão, ao longo do tempo, vai-se transformando em amor ou então pode acabar em nada. O que é certo é que as sensações depois dessa fase são outras, bem diferentes.
Estar apaixonado é único, é maravilhoso. Faz-nos sentir intemporais, imortais, invencíveis. Acho mesmo que é um dos mais maravilhosos presentes que o Universo reservou para o ser humano.

Este fim de semana estava a falar com uma amiga sobre trabalho e, nesse contexto, diz-me que em determinado dia não pode comparecer a um compromisso pois estará presente no lançamento de mais um livro que publicará os seus poemas. Nem queria acreditar! Já conheço Nicole Rodrigues Matias há alguns meses, já a admirava imenso mas só conhecia a sua faceta de assessora de imprensa, agente de atores e coach. Confesso que não fazia ideia que escrevia poesia. E como escreve bem.

Por curiosidade pedi-lhe que partilhasse comigo um dos seus poemas. Guardei um momento sossegado de domingo para o ler.

Foi um misto de emoções. Por um lado fiquei encantada por ter uma amiga tão talentosa, por outro – pela qualidade da sua escrita – dei-me conta que nunca mais me senti apaixonada. A sua descrição, daquilo que é para mim paixão que se transforma num bonito amor, é tão perfeita que me relembrou que o tempo passou e eu nunca mais senti o que é estar apaixonada.

Querida Nicole, obrigada por me relembrares que não tenho que ser só mãe.
“Passei e Gostei!” tanto, ao ponto de me querer apaixonar de novo.
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