Mudar de casa não tem que ser um pesadelo

Sim, a minha ausência no blog deve-se à mudança de casa – compra, venda, arrendamento, contratos, mudanças de nome, ativação da água, luz e gás – tanta coisa pra me preocupar!!!
Mas quanto à venda do apartamento falarei noutro post. Correu tão bem que a agente imobiliária que contratei merece mesmo um texto só dedicado ao seu excelente trabalho.
A minha aflição era com a empresa de mudanças. Garanto-vos que sei bem do que falo. Nestes meus 41 anos de vida já mudei de casa mais vezes do que os dedos das minhas mãos. Só na minha vida adulta mudei de casa oito vezes. E a verdade é que o drama era sempre o mesmo, a empresa de mudanças.
Desta vez preferi não seguir a recomendação de amigos ou deixar-me levar por publicidade com muito bom ar. Desta vez, pura e simplesmente, vi uma carrinha de mudanças a passar no meu bairro com o nome e contactos bem identificados e decidi ligar.

Do outro lado atendeu um senhor muito simpático que me cativou de imediato. A sua voz transmitia cuidado, preocupação e total dedicação ao cliente. Parecia que me estava a ler a mente e a perceber e anticipar exatamente o que eu ia precisar. 

Caixotes de cartão reciclado, todo o tipo de ferramentas para desmontar o que fosse necessário, todo o tipo de material para embrulhar o que não tivesse paciência para tratar. Tudo isso estava já pensado no discurso daquele senhor. Aparentemente não tinha que me preocupar.
No grande dia contava que me aparecessem aqui dois gordinhos já bastante transpirados e com metade do rabo a ver-se. Que me partissem todos os cantos das paredes, se sentassem na caixa que diz “Frágil” para descansarem um pouco e, no final, fizessem cara feia por não ter oferecido uma cerveja fresquinha.
Também contava que, a determinado momento, começassem a abrandar para poderem cobrar mais uma hora. Contava que me partissem, pelo menos, um espelho e me riscassem uns quantos móveis. Ah, e há sempre um candeeiro que vai à vida e o frigorífico que chega com várias mossas.

Pois espantem-se! Não foi nada disso que aconteceu.
Chegaram dois senhores elegantes, bem vestidos, com o ar mais lavadinho e arrumadinho do mundo. Educados, calmos, simpáticos e bem dispostos.
Disponíveis e atenciosos lá começaram a embrulhar, com toda a atenção e profissionalismo, os espelhos e coisas frágeis que eu não tinha embalado devidamente.
Sempre com o cuidado de manter uma conversa agradável com o cliente – e quanto eu gosto de conversar – lá iam colocando tudo na carrinha com o maior carinho.
A verdade é que tudo chegou à nova casa sem um beliscão e sem uma única gota de suor a pingar-me o corredor. Não cobraram nem um minuto a mais e nunca se queixaram de não lhes ter oferecido a cervejinha fresca.
Fiquei tão bem impressionada que já os contratei de novo para a segunda fase da mudança.
O melhor de tudo é que nunca tinha pago um preço tão justo pelo serviço prestado.
Mudar de casa já não tem que ser um pesadelo graças à Máxima Mudanças. Serviço cinco estrelas!
“Passei e Gostei!” muito.
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